A partir de um canto de jornada, o espetáculo se desenvolve tendo o caminho como narrativa principal.
A dramaturgia regionalista de Souza Heiras conta a saga da jovem moça Piedade, uma figura humana que tem uma sina para cumprir: Procurar entender os fatos da vida e buscar uma água que será remédio para todos os seus dias de pesar.
Piedade, desde os primeiros anos de vida tem a cegueira como companheira e uma sede na boca que água nenhuma lhe sacia.
Os anos se passam, e por ouvir as histórias de seus avôs que falavam sobre uma água que podia curar qualquer enfermidade, nossa heroína põe os pés na estrada em busca desse bendito rio.
Caminhando entre a Serra da Mantiqueira e a Serra do Mar, a jovem moça é acompanhada por três almas benditas, almas caipiras que em tempos longínquos fizeram o mesmo caminho a procura do mesmo rio.
No decorrer da viajem, como que transportada em sonhos, Piedade passa a conhecer toda a história do rio Paraíba, juntamente com suas lendas, seus causos, suas crendices e folclores.
Um rio, uma menina, três almas benditas e muito lirismo.
O Rio Paraíba, nada mais é do que a poesia de um horizonte sonhado a se conquistar por todos os homens.
O Vale é o grande cenário da vida, aquela pintura onde são colocados os personagens para serem caminheiros e lutadores.
Nas serras do caminho d’água, é um convite para adentrar o próprio coração e dele tirar o sumo para recompor o corpo cansado e cheio de sonhos. Vale a pena fazer essa viajem.
Piedade, desde os primeiros anos de vida tem a cegueira como companheira e uma sede na boca que água nenhuma lhe sacia.
Os anos se passam, e por ouvir as histórias de seus avôs que falavam sobre uma água que podia curar qualquer enfermidade, nossa heroína põe os pés na estrada em busca desse bendito rio.
Caminhando entre a Serra da Mantiqueira e a Serra do Mar, a jovem moça é acompanhada por três almas benditas, almas caipiras que em tempos longínquos fizeram o mesmo caminho a procura do mesmo rio.
No decorrer da viajem, como que transportada em sonhos, Piedade passa a conhecer toda a história do rio Paraíba, juntamente com suas lendas, seus causos, suas crendices e folclores.
Um rio, uma menina, três almas benditas e muito lirismo.
O Rio Paraíba, nada mais é do que a poesia de um horizonte sonhado a se conquistar por todos os homens.
O Vale é o grande cenário da vida, aquela pintura onde são colocados os personagens para serem caminheiros e lutadores.
Nas serras do caminho d’água, é um convite para adentrar o próprio coração e dele tirar o sumo para recompor o corpo cansado e cheio de sonhos. Vale a pena fazer essa viajem.

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